À MetalMat

Eu não tive aula com ele, eu não trabalhei com ele e poucas vezes precisei dele. Mas apesar disso tudo, apesar de algumas inimizades, de alguns gênios complicados, apesar das distâncias, de algumas diferenças, depois de algum tempo lá dentro você sente que a MetalMat é mesmo uma grande família…

Inevitavelmente você se envolve, você se diverte, se irrita, se alegra, se estressa. Uma grande família em diversas vertentes, seja pra quem procura amigos, pra quem procura diversão, pra quem procura aprendizado, ou pra quem procura trabalho.

A cada semestre, a cada desafio superado, a cada derrota, cada passo no corredor do 2º andar do Bloco F se torna um passo maior na nossa vida.

Prof. Tsuneharu vai embora como um membro de uma família pela qual, querendo ou não, amando ou não, aprendemos a aceitar como nossa. Aos amigos e professores, desejo nosso apoio mútuo. À família, força.

A MetalMat segue em frente.

MetalMat

6 Respostas para À MetalMat

  1. Felipe 28 28UTC setembro 28UTC 2010 às 9:07 pm

    Qualquer que seja a analogia familiar, o Tsu era um pai. Ele dava estrelinhas para quem participava em sala, ele parava qualquer matéria quando lembrava de uma piada ou de uma história (e ele tinha MUITAS histórias), ele se importava, ele me parava no corredor pra saber da vida, e chegava sorrindo todo dia de manhã, com a pastinha dele, e dava um bom dia e um aceno quando passava.
    Do Tsuneharu eu só tenho coisas boas para levar, e levarei todas.

  2. Dany 28 28UTC setembro 28UTC 2010 às 9:27 pm

    Hoje eu também fiquei lembrando das historinhas que ele contava em sala, um dos poucos professores que sabem meu nome no departamento. Sempre falei que achava ele um fofo, tanto que quando pensei em fazer iniciação científica, ele foi a 1a pessoa em que pensei pra me orientar. Muito triste, lamentável.

  3. Douglas 28 28UTC setembro 28UTC 2010 às 10:00 pm

    Nos, mesmo aqui de longe, sentimos muito a grande perda da, como vc bem definiu , leo, familia MetalMat. De fato, eu nao tive aula com ele, nunca conversei mto com ele, mas as vezes q eu precisei, ele sempre foi super gente boa. E um pouco estranho olhar o inbox da MetalMat e nao encontrar mais os e.mails enviados ou encaminhados por ele. Sinto, de verdade, a ida do meu pai, tio ou qlq q seja o parentesco que vcs o rotularam em relaçao a mim. E é dicifil fazer cair q ficha numa situaçao dessa. Ate agora, nos aqui nao acreditamos nisso.
    Belo post, Leo.

  4. Vivian 28 28UTC setembro 28UTC 2010 às 11:51 pm

    Linda homenagem, Leandro.
    Tive a oportunidade de ter aula com ele.
    Sempre foi uma pessoa alegre, simpática.
    Vai fazer falta, com certeza.

  5. Pingback: Os Não Há de Quê em 2010 « Não Há de Quê…

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